domingo, 2 de maio de 2010

Maiakoviski. Poema.


O Amor
MAIAKÓVSKI

Um dia, quem sabe,
ela, que também gostava de bichos,
apareça
numa alameda do zoo,
sorridente,
tal como agora está
no retrato sobre a mesa,.
Ela é tão bela,
que, por certo, hão de ressuscitá-la.
Vosso Trigésimo Século
ultrapassará o exame
de mil nadas,
que dilaceravam o coração.
Então,
de todo amor não terminado
seremos pagos
em enumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que, ao primeiro apelo:
- Camaradas!
Atenta se volte a terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casa.
Para que
doravante
a família
seja
o pai,
pelo menos o Universo;
a mãe,
pelo menos a Terra.


(1923)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Conhecendo algumas ideias do geógrafo Milton Santos.


Documentário: Encontro com Milton Santos ou O mundo global visto do lado de cá. (2006), de Silvio Tendler. Assista e veja argumentos que podem nos fazer pensar.

Otto Dix e a Primeira Guerra Mundial.




A Primeira Guerra Mundial retratada pelo pintor alemão Otto Dix que combateu como soildado pela Alemanha. As experiências vividas nos campos de batalha marcaram profundamente sua obra nos anos posteriores ao conflito.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Bem vindo ao Blog de História.

Este blog destina-se ao contato professor-alunos, facilitando nossas pesquisas, trabalhos e comunicação.